2009-01-22
...por não dito
Não sei se é cool - tenho dúvidas. Nem sequer sei se é inteligente. Mas seguramente que ninguém negará o brilhatismo da coisa.
Arrisco-me, mais uma vez sem receio (virtude de gente corajosa, como eu), a afirmar que não só nunca ninguém terá afirmado tal coisa, como nunca ninguém se terá debruçado sobre a temática de tal coisa nunca ter sido afirmada. Sou o primeiro em ambos os aspectos, honra me seja feita. Aliás, defendo que a expressão "A César o que é de César, a Deus o que é de Deus" deve ser imediatamente substituida por "A Prepeles o que é de Prepeles (...)" - ora aí está mais uma série de palavras que ninguém nunca ousou proferir de forma sequencial. E eu sei porquê: são perigosas as palavras.
Coxas
Não desfazendo das bel‘andantes, prezo a cambaleante elegância de quem sabe que o futuro não está apenas a um passo. O meio passo extra faz toda a diferença e dá azo a espíritos mais decididos.
São mais decididas as coxas.
Mais sérias.
Porque a dignidade é mais facilmente inferida de um andar firme.
2009-01-21
And may it last forever!

2009-01-18
Empirismmo
Façam o teste simultaneamente com outra pessoa. É impressionante!
2009-01-16
A DJING Comédia!





2009-01-05
Com o que se perde tempo neste "digníssimo" país

E vão dizendo que há crise...
2009-01-04
Aí está o Portugal do século XXI que exorcitaria os sonhos húmidos do Eça

As novas promessas estão todas no star tracker. Fazem refeições gourmet e bebem vinho em copo balão. Fizeram um mba na católica e têm projectos de vida que passam por uma aquisição hostil da microsoft. Gostavam de vestir ralph lauren todos os dias, mas dizem-lhes que o logo do cavalinho já se tornou pindérico. Sendo assim, passaram a usar alfaces na gravata e colarinhos brancos... Nos fóruns dizem que é fácil saber o mail do mourinho e que o bambú, cozinhado num wok, é que é! Também querem artistas e escritores e diversidade!
Pergunto:
Será que há artistas interessados em dar um pézinho de dança na Kapital ao sábado à noite?
A propósito, relembro um programa humorístico que dava há uns anos na 2... Um entrevistador em debandada pela Kapital a perguntar que livros tinham os seres foliões na mesa de cabeceira.
Relembro especialmente uma das respostas:
-"Neste momento tenho o Kafka."
-"Sim, mas que livro?"
-"Não lhe disse já?!?, o Kafka, parece que é burro!"
Moral da história: Devia-se criar um novo processo de jurisdição voluntária chamado metamorfose. Podia ser que a evolução assim chegasse às novas promessas...